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sábado, 4 de março de 2017

Intercâmbio no Uruguai [Parte 22]

Essa é a 22ª parte do relato do que fiz sobre meu intercâmbio no Uruguai.


Nessa parte continuo contando como foram os nossos passeios curtos pela Ciudad Vieja, em Montevideo. Dessa vez conheceríamos o Museo de Artes Decorativas.


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Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar o índice dessa viagem:

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E agora a continuação do relato...

DIA 26 - Jueves, Quinta-feira [02 de Março de 2017] - Cont.

Saímos do Museo Histórico Nacional e andamos pela rua, viramos na esquina, andamos mais um pouco e já chegamos ao Museo de Artes Decorativas Palacio Taranco.






Palacio Taranco é considerado a expressão mais representativa da arquitetura residencial do século XX em Montevidéu, tendo servido de moradia à família Ortiz de Taranco de 1910 a 1943, ano em que foi adquirido pelo Estado.

Atualmente o Palacio Taranco abriga o Ministério da Educação e Cultura e sedia o Museu de Artes Decorativas de Montevidéu, criado em 1972, com acervo composto pelo mobiliário e pelas obras de artes da antiga residência, entre pinturas, esculturas, porcelanas e cristaleiras.

Situado em frente à Plaza Zabala, em um quarteirão irregular, o museu dispõe de três pisos, sendo dois destinados à coleção permanente e o subsolo designado a abrigar itens arqueológicos, incluindo peças originais gregas, romanas e iranianas.

Fonte Pesquisada:

Enfim, começamos o nosso passeio:






Mal começamos no primeiro andar e as artes existentes na escadaria já prenderam a nossa atenção!






Quando olhamos para trás aquela estátua do primeiro piso fica ainda mais imponente:



Vista do lado de fora:



Agora totalmente no segundo andar, começamos a explorar o casarão novamente para descobrir o que havia por aqui.











Ao observar uma série de pinturas das antigas mulheres uruguaias cheguei até a comentar com a professora que achava as uruguaias de hoje em dia muito mais bonitas do que a daquela época!



Apesar de existirem muitas obras pela casa, o maior foco estava no mobiliário da época colonial.





A vista da parte de fora daqui de cima também era muito bonita.





Voltando às acomodações...












Os corredores também estavam repletos de pinturas.



Em outra sala nem mesmo o chão escapou de abrigar uma obra de arte.




As pinturas da parede dessa sala também ficaram legais!




Outros cômodos...









Como começamos pelo segundo andar, descemos as escadas e começamos a explorar o térreo.







Agora a cozinha...






E por fim a sala de visitas, que convenhamos, tinha pinturas magníficas!












Dali fomos para o jardim que tínhamos avistado antes e entramos novamente na construção.








Da mesma forma que antes, continuamos observando o mobiliário e as obras que enfeitavam esse enorme casarão.










Mais pinturas...






Agora faltava pouco para terminar de ver tudo.













O povo de Montevideo era evoluído e mesmo no período colonial eles já tinham um sistema de se ter água fria ou quente em seus banheiros.




E enfim, o último cômodo.








Depois de rodar por todos os cômodos do casarão saímos dali e fomos para uma praça bem próxima de nós, a Plaza Zabala, para apreciar a arte de uma estátua.






O monumento da praça era bem estiloso, mas o que mais chamava a atenção era que em cada um dos lados dele existia uma obra de arte própria ainda mais interessante.







Dali seguimos até próximo da praça da Academia e nos despedimos. Do grupo que estava comigo só sobrou um alemão, que iria seguir comigo por parte do caminho, e assim que começamos a conversar um pouco tivemos um pequeno grande problema...

Eu: ¡Hola!
Allemão: Hallo!

Allemão: Wohin gehst du?
Eu: ¡Qué! ¡No te entiendo!




Eu sabia falar em espanhol e entendia uma ou outra coisa de inglês [ao que parece passar esse mês quase todo por aqui falando em espanhol todos os dias já tinha feito com que o pouco que eu sabia da língua inglesa ficasse totalmente em 2º plano na minha mente. Na verdade eu já estava até começando a pensar um pouco em espanhol], já o alemão tinha chegado aqui a menos de três dias e não sabia nada de espanhol, então ele conseguia se comunicar apenas em alemão e inglês.

E a gente não conseguia se entender, estava bem difícil de manter qualquer tipo de comunicação, até que tive uma ideia e disse algo mais ou menos assim para ele:

Speak in English because I understand something of English e también y voy a hablar con you en Espanish with una u otra word of English que yo supiera!

E pimba! A comunicação entre nós que estava impossível de repente ficou bem simples. Apesar das frases saírem bem erradas já que eu misturava o espanhol com um pouco de inglês e ele o inglês com as poucas palavras de espanhol que ele compreendia, dava pra entender totalmente bem o que o outro queria dizer, e fomos conversando por todo o caminho até que atravessamos a Calle 18 de Julio e enfim cheguei na Calle Wilson Ferreira Aldunarte, onde nos separamos e segui para a Casa da Família.

Cheguei lá às 17:20h e de cara resolvi comer um pacote de biscoitos recheados.



Depois fiquei mexendo no PC e conversando com a Luciana em uma chamada de vídeo do Whatsapp. Às 20:00h saí do apartamento de novo e andei até a Bocatti, aquela lojinha que eu gostava de comer as empanadas.





Pedi quatro, uma de cada sabor e gostei porque elas estavam muito boas. Após isso me banhei e descansei pelo resto do dia. Dia finalizado! Continua na próxima parte do relato!

Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar a próxima parte do relato:


Clicar: [Parte 23]

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