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domingo, 14 de outubro de 2018

Passeando pelo Vale Europeu [p4]

No período entre os dias 07 e 14 de Outubro realizei uma viagem junto a Luciana com a São José para o seguinte destino: Vale Europeu c/ Curitiba, Beto Carrero World e Oktoberfest.


Confira agora como foi a 4ª parte dessa viagem, onde conto foram nossas compras em Brusque e também nosso pequeno passeio pela Av. Brasil em busca de rasteirinhas para a Luciana.


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Clique AQUI, na imagem abaixo ou no link para acessar o índice dessa viagem:



Clicar: [Índice]
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Sem mais delongas, vamos ao relato...

DIA 03 - Terça [09 de Outubro de 2018] (Cont.)

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Brusque, SC


Brusque é um conhecido destino para compras de artigos de cama, mesa, banho e vestuário. Seu amplo parque têxtil, que tem origem na tecelagem introduzida pelos imigrantes poloneses, é apenas um dos destaques do município.

A religião, a arquitetura, a gastronomia e as festividades reúnem as influências dos imigrantes italianos e, principalmente, dos alemães. O prato típico da cidade é o marreco com repolho-roxo, receita de influência germânica que ganhou até uma festa própria: a Fenarreco.

As confeitarias e padarias da cidade também são conhecidas por seus doces de origem alemã e pitadas de tempero nacional, como a cuca coberta com farofa e banana. Além disso, Brusque abriga o segundo mais importante santuário católico do Estado, o Santuário de Nossa Senhora de Azambuja.

Fonte Pesquisada:
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Compras em Brusque

Às 16:00h chegamos em Brusque (SC) para fazer compras e logo já fomos descendo do ônibus e recebendo uma espécie de crachá para listar as compras.





De acordo com o guia, caso usássemos esse crachá pela feira teríamos desconto por eles terem parceria com a FIP e se anotássemos as compras nesse crachá ele ainda ganharia uma espécie de mini-comissão dessa feira quando chegasse o final do ano. Então saímos do estacionamento e entramos na primeira construção que vimos, que faz parte da FIP.






Para ficar mais fácil de andar, fomos até a ponta da feira e dali percebemos que aqui havia basicamente um corredor bastante extenso literalmente abarrotado de lojinhas dos dois lados, e como mulheres e bolsas são algo que naturalmente se atraem, a primeira loja que entramos, claro, foi uma onde a Lu vislumbrou diversas bolsas de qualidade e com preços muito atraentes para ela.

Após pensar, trocar, tocar em quase tudo, depois de testar um monte de coisas e visualizar o que queria um monte de vezes ela acabou ficando com as bolsas abaixo, que foram vendidas juntas num só combo:


Na saída da loja estavam os banheiros e também uma plaquinha. Vide os quadradinhos, cada um desses é uma loja.


Ao sair da loja de bolsas conversamos um pouco com umas pessoas que eram da nossa excursão e uma delas estava até reclamando que estava frustada, pois achou que veria um monte de barraquinhas espalhadas pra tudo quanto é lado, numa cidade simples e não um shopping como esse.

Disse pra ela que Santa Catarina é muito rica e que aqui era diferente de lugares como os de Minas Gerais [que possuem esse tipo de coisa, vide Congonhas, por exemplo] e que assim era mais fácil para os funcionários, pois a chuva não atrapalharia eles e mesmo pra quem viesse de longe ainda sairia compensando pelos preços serem bons [ao menos para quem é do sul].

Falando em Congonhas (MG), esse é um lugar que já conhecemos bem de pertinho. Caso queira ver como foi nossa viagem por lá clique AQUI, na imagem ou no link abaixo:



E seguimos nosso caminho, sempre parando, olhando as lojas, às vezes entrando nelas e quando nos interessávamos mais até testávamos ou comprávamos o que a gente queria. Compramos algumas coisas pelo caminho, em especial roupas para o Lolô, sobrinho da Luciana.












Nessa última loja que passamos a Luciana se empolgou um pouco e quis comprar uma blusa bem legal com o tema de Star Wars. O mais curioso mesmo é que tentei assistir os filmes com ela a algum tempo atrás e ela não teve nenhuma paciência para assisti-los!

Quando alguma loja estava fechada por algum motivo eles colocavam uma lona da FIP nela:


Pra quem não entende direito. FIP é o nome desse estabelecimento de Brusque e por aqui estão reunidas mais de 200 lojas num único espaço, em sua maioria do setor têxtil, com lojas como as de moda feminina, masculina, infantil, calçados, acessórios, cama mesa e banho e por aí vai.

Como a Lu precisava arrumar uma capinha, entramos numa loja para celulares e olhamos as que haviam nos oferecido, mas pelo visto o forte daqui é a área têxtil mesmo, os preços estavam absurdos [tipo uns R$ 40,00 para uma única capinha - valores de 2018] e pra piorar ainda eram muito feias e se tinha poucas opções para se escolher. Assim só entramos e saímos da loja rapidamente sem comprar nada.


E saímos da feira, visualizando novamente o pato gigante e um letreiro enorme com o nome da FIP.



Logo a frente estava a outra parte dessa feira, onde se via claramente um destaque para o letreiro da loja Mana Banana e como também teríamos descontos por aqui, fomos pra lá para descobrir o que o lugar tinha a nos oferecer.



O estabelecimento era como o anterior e possuía muitas lojas semelhantes, com preços bastante similares, por isso de início só fomos visualizando as vitrines sem muito interesse, até que encontrei uma loja de roupas masculinas que chamaram muito a minha atenção.

Não resisti e experimentei algumas roupas [quem é gordinho sabe como é foda, muitas vezes você gosta da peça e não pode levar ela porque quando a experimenta fica muito apertada em você!]. Mas pelo visto dei muita sorte e encontrei duas blusas que ficaram boas e bonitas em mim e estavam adequadas para o tamanho da minha cintura:



Apesar de ser mais voltada para o público masculino, também vendia algumas roupas femininas e a Lu comprou algo pra ela também.

Após experimentar as roupas andamos mais um pouco, chegando a rua novamente, assim, resolvemos atravessá-la e ver o que havia do outro lado, e também, claro, procurar alguma coisa pra bicar, já que estávamos andando bastante e tínhamos almoçado há algum tempinho.





Primeiramente entramos nessa loja, de nome Lemus Calçados para ver se havia algo legal, mas a Lu não gostou muito e disse que os preços nas lojas próximas a nossa casa estavam mais em conta. Ao voltar um pouco e olhar pra baixo percebemos que havia uma sorveteria bem escondidinha ali, não resistimos e entramos no local.




Como fazia calor e os preços do estabelecimento estavam bons aproveitamos e tomamos um bom sorvete. Como aqui tinha vários sabores diferentes dos de Minas arrisquei um pouco escolhi sabores diferentes do que costumo pedir em minha cidade. Foi uma boa escolha, pois tudo estava muito bom!

Em seguida atravessamos a rua novamente e entramos num shopping, mas como a Lu estava meio impaciente entramos em apenas uma loja, onde ela comprou mais uma roupa pra ser adicionada ao seu vestuário.


Ao sair do shopping avistamos algumas lojas de calças jeans que chamaram bastante a atenção dela.


Assim entramos nessas lojas e ela acabou comprando uma calça jeans em uma delas. Mais a frente vimos uma outra feira, de nome Felog, que chamou a nossa atenção e assim decidimos ver o que havia por lá.






Diferentemente das outras lojas, onde a gente percebia muito movimento por aqui as coisas estavam muito paradas, mornas, às vezes os vendedores estavam tão entendiados e às vezes até meio tristes que dava dó.

Os preços eram muito caros e nada chamou nossa atenção. Nosso crachá da FIP também não valia por aqui, por isso apenas entramos, andamos pelo estabelecimento e saímos, sem comprar nada. Ao perguntar pra alguém [não lembro quando] me informaram que o lugar parecia meio morto ainda porque era novo e não tinha parcerias, por isso a prefeitura estava buscando maneiras de desenvolver o estabelecimento mais pra frente.

Eu já estava bastante cansado e já tínhamos comprado demais, por isso pedi pra Lu pra voltarmos e ficarmos próximo ao ônibus, mas acabou que chegamos muito cedo, por isso fomos para outro local e esperamos ali até que desse umas 18:40h. A Lu aproveitou esse meio tempo pra conversar com sua mãe e seu sobrinho via chamada de vídeo pelo Whatsapp.


Às 19:00h partimos de volta rumo a Balneário Camboriú [por algum motivo deu alguma louca em mim e não tirei fotos nem do caminho da ida nem da volta nesse dia] e às 20:00h chegamos ao hotel novamente, mas apenas nos limitamos a deixar as compras em cima da cama porque sairíamos às 20:30h para jantar.


Portanto descemos para a recepção e esperamos o pessoal se reunir ali, mas o guia se atrapalhou completamente e tentando ajudar os que não estavam seguindo as regras de horário ele acabou apenas dando uma instrução meia boca pro pessoal e falou pra irmos pra lá sozinhos por conta própria, enquanto ele esperaria que esses outros chegassem também. E nosso grupo seguiu partiu a pé rumo ao restaurante desconhecido!



Foi uma verdadeira confusão, errávamos a rua, um ou outro perguntava para os outros e recebia instruções erradas e acabamos andando um bocado, muito mais do que seria necessário, mas de alguma forma todo mundo chegou ao restaurante indicado pelo Luís.




Aqui pegamos a nossa comida e ficamos numa mesa com outra parte do grupo, que acabamos conhecendo agora. O pessoal estava muito nervoso e irritado e ainda por cima não gostaram muito do restaurante indicado, já que o gosto que se sentia da comida era bem fraco [eu e a Lu estamos há um bom tempo cortando o sal da comida, então mesmo aqui a gente ainda sentia um pouco do gosto, mas pra quem está acostumado a comer coisas com muito tempero ou sal comer aqui seria uma tortura mesmo!].

Paguei apenas R$ 12,00 reais por conta dos refrigerantes [valores de 2018], já que quem estava pela São José não pagaria a refeição nesse dia. Após comer e papear bastante, e claro, pedir algum doce de sobremesa, partimos dali e às 22:00h chegamos ao hotel novamente.



Já em nosso quarto apenas nos arrumamos, banhamos e descansamos, já que o dia havia sido bem longo.

DIA 04 - Quarta [10 de Outubro de 2018]

Dessa vez dormimos um pouco mais e acordamos às 8:00h.



Lanchamos rapidamente e voltamos ao quarto do hotel. Ali a Lu tirou boa parte da manhã pra arrumar seu cabelo e demorou demais! Só conseguimos sair do quarto mesmo quase às 11:00h.

Passeando pela Av. Brasil

Andamos por um bom pedaço da Av. Brasil, procurando uma tal de uma loja que vendia rasteirinhas e que a Lu insistia que havia visto no dia anterior, quando fomos para o restaurante para jantar.




Após andarmos por vários e vários quarteirões, nos afastando bastante do hotel, resolvemos atravessar a rua e ir voltando pelo outro lado, pois havia uma possibilidade de termos passado batido e não visto essa loja.

Mesmo assim não demos sorte e não conseguimos encontrar a danada de jeito nenhum! Em um ponto eu disse pra Lu que ela provavelmente tinha visto essa loja quando estávamos ziguezagueando pelas ruas no dia anterior e que ela estava se confundindo. Assim, resolvemos comprar em uma loja similar que vimos pelo caminho. Ali ela comprou um chinelo e uma sandália.

Nossa ideia anterior era chegar até a praia, não para nadar, mas apenas pra ver como estava o ambiente, e assim o fizemos.







A limpeza e organização de Balneário Camboriú impressiona, mas muitas pessoas ficam desconfiadas e pensam que a água é suja pelo mar possuir um tom amarronzado, mas isso acontece porque existem dois rios que desaguam na região e mesmo estando com a praia tão próxima a civilização, a água é totalmente própria para o banho.

Como já começamos a ficar com fome, entramos no zap do grupo [Oktoberfest 2018] e perguntamos ao guia se o almoço de hoje seria oferecido pela São José, e ele disse que sim. Assim voltamos tudo até chegar ao hotel novamente.




Em nosso quarto, aproveitei para tomar um banho rápido e logo saímos novamente, dessa vez com um grupo bem menor e junto ao guia, rumo àquele mesmo restaurante [o povo não aprovou ele e muitos preferiram pagar mais caro em outros lugares do que voltar ali].






Ao almoçar papeamos bastante com o pessoal que estava reunido e ao final do almoço ainda dei uma provadinha num pudim, ainda sem exagerar, porque da última vez que comi muito doce quase tive um treco!

[Motivo: Havia tomado 500 ml de açaí de uma vez, encharcando tudo com muito, muito, muito leite condensado mesmo, e ainda pus leite em pó e granola no dito cujo - Resumindo: foi uma verdadeira overdose de glicose na circulação sanguínea! Tinha ficado tão ruim que havia passado mal por dois dias seguidos após essa refeição pra lá de deliciosa!].

O valor ficou super em conta, apenas R$ 10,00 [valores de 2018]. Já que o mesmo estava incluso na excursão da São José Viagens! Às 13:30h voltamos para o hotel e esperamos até que desse 14:00h e fomos para a recepção novamente.

Nosso próximo destino seria Blumenau (SC), onde conheceríamos um pouco da cidade e participaríamos da icônica Oktoberfest, mas isso fica para o próximo post já que esse ficou muito extenso.

Para acessar a Parte 5 desse relato clique AQUI, na imagem abaixo ou no link:



Clicar: [Parte 5]

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