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domingo, 14 de outubro de 2018

Passeando pelo Vale Europeu [p16]

No período entre os dias 07 e 14 de Outubro realizei uma viagem junto a Luciana com a São José para o seguinte destino: Vale Europeu c/ Curitiba, Beto Carrero World e Oktoberfest.




Confira agora como foi a 16ª parte dessa viagem, onde conto foi a nossa volta para o hotel e os passeios que fizemos no Camelódromo e no Cristo Luz.


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Clique AQUI, na imagem abaixo ou no link para acessar o índice dessa viagem:



Clicar: [Índice]
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Sem mais delongas, vamos ao relato...

DIA 06 - Sexta [12 de Outubro de 2018] (Cont.)

Bondidinho

Vimos o ônibus enchendo, pagamos e entramos nele facilmente. Dali ele seguiu, super devagar, primeiro pela orla...






E depois adentrando por inúmeras ruas pela cidade.




Diferentemente dos ônibus turísticos tradicionais onde vão mostrando coisas e contando sobre a cidade, de turístico esse ônibus só tinha o nome mesmo e funcionava mais como uma lotação comum, que aliás, após pouco tempo ficou abarrotada de gente.



A viagem foi muito demorada e cansativa, mas por fim encontramos um lugar conhecido e descemos ali, continuamos a andar até o hotel e chegamos lá às 15:00h.

Camelódromo

Ficamos descansando até às 17:40h, quando resolvemos sair para comer alguma coisa mais leve, já que a Lu estava com bastante fome. Ao invés de sair pela esquerda e ir para a Av. Brasil como nos outros dias, preferimos ir pela direita e nos embrenhamos por uma ou outra rua, até achar um letreiro escrito "Camelódromo", que chamou muito a nossa atenção.




E assim resolvemos entrar ali pra ver o que esse lugar tinha de interessante.

Até esse momento a gente não sabia, mas nesse lugar se encontram mais de 230 lojas de diferentes segmentos, que vão desde lojas de eletrônicos, até artigos esportivos, moda feminina, masculina, infantil, mídias, livros, cosméticos, dentre outros diversos tipos de artigos.

Fonte Pesquisada:

O que vimos pelo caminho foram lojas, lojas e mais lojas e muitas pessoas, a ponto que de vez em quando era necessário esperar um pouco pra poder andar direito.








No caminho chegamos até a entrar em uma lanchonete, mas como aceitavam o pagamento somente em dinheiro saímos do lugar e fomos para outro estabelecimento próximo dali.



E comemos num lugar chamado Shawarma, que nos ofereceu uma comida bem diferente e que até o momento eu nunca tinha ouvido falar sequer uma única vez.

Xauarma é um prato vindo originalmente do Oriente Médio, composto de fatias finas de carne, de carneiro ou de frango, assada em um espeto vertical e servidas no pão árabe com legumes, homus, labneh e outros acompanhamentos. É bastante comum em toda a Europa, inclusive em Portugal. É popular como comida rápida, granças à influência de imigrantes do norte da África e da Turquia

No Brasil, na região de Foz do Iguaçu, a xauarma se popularizou com chegada dos imigrantes libaneses que vivem na Tríplice Fronteira. Logo se expandiu para toda região oeste do Paraná, onde hoje é popular em várias cidades. Em outras cidades do Brasil há duas vertentes: tanto é vendida nas ruas em uma versão semelhante do prato conhecido como "churrasco grego", servida dentro de um pão francês a preços módicos [nosso caso], como também vêm surgindo, na última década, restaurantes e casas especializadas em xauarmas, nesse caso oferecendo especiarias árabes e culinária mais requintada.

Fonte Pesquisada:

Satisfeitos pela comida, andamos mais um pouco pelo camelódromo e logo entramos numa loja que chamou a atenção da Lu. Nela demoramos um bocado, pois ela viu dezenas de opções boas pra capinha de celular que queria e ainda a um preço bem justo.






Por fim, ela conseguiu o que queria e dali observamos mais algumas lojas pelo caminho, até que voltamos a ver a rua novamente.





Porém preferimos não continuar mais e voltamos por todo o caminho novamente, até chegar razoavelmente próximo ao hotel, onde a Lu comprou um pão de sonho com um vendedor ambulante.


E mais uma vez voltamos pro nosso quarto, onde descansamos até próximo das 20:00h, pois em breve sairíamos para jantar com o pessoal novamente.


Como eu estava com tempo, aproveitei ainda para tirar fotos de vários dos painéis cheios de carrinhos e também dos murais que estavam na parede dessa recepção, até próximo do elevador. Só não fotografei também o balcão da recepção porque fiquei meio sem jeito de fazer isso porque as recepcionistas ficavam lá.












Dessa vez o guia foi duplamente esperto, além de sair com todo o pessoal na hora [largando pra trás os retardatários que atrasavam o grupo e atrapalhavam a excursão] ainda foi inteligente o suficiente pra nos levar até outro restaurante [quase que obrigando o hotel a fazer isso, já que o pessoal sempre reclamava que não gostava daquele outro que estávamos indo antes].

E fomos para o mesmo restaurante que havíamos almoçado no primeiro dia que chegamos em Balneário e que o pessoal tinha gostado muito mais, o Mega.






Comemos com gosto, papeamos bastante e por fim o guia resolveu que não nos levaria para o Cristo Luz porque havia poucas pessoas dispostas a fazer esse passeio nesse momento. Na verdade, além de mim [pois a Lu não estava com muita vontade também] só havia mais uma mulher com uma criança que tinha esse mesmo desejo. O mais legal é que paguei apenas R$ 10,00 pelos refris dessa janta, pois a refeição também estava inclusa no pacote da excursão.

Cristo Luz

Ela disse que iria pra lá mesmo se ninguém fosse. Falei pra Lu que se ela quisesse poderia voltar pro hotel junto com o pessoal que eu gostaria de visitar esse monumento pra literalmente me despedir dessa cidade, já que seria o nosso último passeio por aqui, mas de última hora ela mudou de ideia e resolveu ir conosco. Assim, pedimos um Uber e em pouco tempo estávamos indo pra lá.



Eu não tinha reparado, mas de diversos pontos da cidade é possível avistar o Cristo Luz. A questão é que normalmente os prédios altos acabam escondendo esse monumento, que fica ainda mais bonito durante a noite.

Ao chegar no lugar, pagamos o tíquete de entrada, pegamos um carro e subimos até próximo de onde estava o monumento, atravessamos a catraca e pimba... demos de cara com um restaurante enfeitado como se fosse um lindo templo grego.



Notas: As luzes foram demais pra minha câmera, que não deu conta de captar a imagem do lindo lugar que vimos, que mais parecia uma mistura de restaurante com o mais belo dos templos gregos.
Num dos cantos estava ainda um lugar com djs, onde o povo podia dançar a vontade...


... e ainda uma miniatura do Cristo Luz, onde podíamos pousar para tirar fotos:


Ainda tinha mais coisas nesse lugar, mas como vimos que a miniatura do Cristo Luz já era desse tamanho enorme [maior que um adulto em pé], resolvemos subir as escadas para conferir como era o monumento original.


E ele era enorme! Sequer dava pra caber a gente numa foto em pé mostrando ele todo e sem faltar algum pedaço.


A todo o tempo as luzes iam mudando e o Cristo mudava de cor, ficando ainda mais bonito.






Nós e o Cristo - Modo Selfie [eu sozinho]:


Nós e o Cristo - Modo Selfie [nós dois juntos]:



Ao se afastar um pouco, dá pra perceber o quanto essa estátua é realmente enorme.


Cristo Luz em outros ângulos e cores:





Tão lindo como o monumento, é a visão que tínhamos em 360º do mirante que existe ali.





Enfim, depois de subir e descer algumas vezes para tirar fotos do Cristo em vários ângulos, resolvemos voltar para onde estava aquele restaurante e ver se existia mais alguma coisa para se fazer por ali.




Mais a frente se encontrava outro mirante, e perto de onde tirei minha última foto estava um livro e um pequeno espaço reservado a Nossa Senhora Aparecida. Ali o visitante podia escrever no livro e fazer um pedido para a santa. Eis o meu pedido:


"12/10/2018 - Thiago e Luciana: Vim pedir o meu neném que ainda não apareceu."

Andando mais um pouco chegamos ao mirante, que também possuía uma bela vista da cidade.




Lu sentada no banco:

- Cadê você!


- Achô!


Lu modo selfie:


O lugar é genial e encantadoramente bonito, mas como tínhamos nos alimentado antes não adiantava ficar muito por aqui, por isso resolvemos atravessar a catraca novamente, pegar o carro e ir até a parte de baixo, onde poderíamos ir embora.




Pedimos um Uber novamente e voltamos mais uma vez rumo ao nosso hotel.




Em pouco tempo estávamos nós 4 em frente a recepção do Ibis Styles.


Não entramos, pois ficamos por um bom tempo conversando com a mãe dessa menina. Expliquei pra ela que alguns comportamentos meus que à primeira vista podem parecer estranhos [como tirar muitas fotos em sequência, até mesmo de coisas simples ou andando por aí, fotos do ônibus - quando tem pessoas entrando ou saindo dele e por aí vai] e que depois eu relatava tudo em meu blog. Cheguei até a mostrar um ou outro vídeo que meu irmão Nando fez em suas viagens.

Se ficar curioso para ver os seus vídeos, em especial os da série Um Drone pelo Brasil, clique AQUI, na imagem abaixo ou no seu respectivo link:



Ao terminar de conversar nos despedimos, compramos água numa revendedora próxima e voltamos pro hotel, mas tivemos de voltar no lugar novamente porque a garrafa estava lacrada de um modo que não podia ser aberta por nenhum humano.

De volta ao nosso quarto aproveitei pra banhar enquanto a Lu arrumava o resto das coisas que ainda precisavam ser organizadas.





Com tudo que queríamos finalmente realizado, fomos dormir. Dia finalizado. No próximo dia sairíamos cedo para seguirmos nosso caminho de volta para Belo Horizonte.

Para não misturar os passeios com a volta vou finalizar esse post por aqui. Para acompanhar a Parte 17 desse relato clique AQUI, na imagem abaixou ou no link.


Clicar: [Parte 17]

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