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Passeando pelo Vale Europeu [p8]
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No período entre os dias 07 e 14 de Outubro realizei uma viagem junto a Luciana com a São José para o seguinte destino: Vale Europeu c/ Curitiba, Beto Carrero World e Oktoberfest.
Confira agora como foi a 8ª parte dessa viagem, onde conto como foi a chegada no Beto Carrero e como era a atração do Crazy River.
Caso queira ir para o início deste relato clique AQUI.
Sem mais delongas, vamos ao relato...
DIA 05 - Quinta-feira[11 de Outubro de 2018]
Acordamos bem cedo, pouco antes das 7:00h e já seguimos para o refeitório, onde lanchamos.
Voltamos até o quarto, terminamos de arrumar o que precisava e às 8:20h descemos até a recepção, nos reunindo ao resto do pessoal que também faria esse passeio conosco.
Às 8:40h partimos rumo a Penha, cidade em que está localizado o Parque Temático do Beto Carrero World.
No ônibus tivemos um novo acompanhante, um moço que tinha um forte sotaque de espanhol, mas que não falava de maneira nenhuma de qual país ele era.
Ele deu algumas dicas, entregou um mapinha e informou que nos acompanharia por uma parte do percurso, principalmente para fazer uma espécie de mini-álbum de fotos [esse era o seu trabalho oficial], e pouco tempo depois, praticamente quando o parque estava abrindo suas portas estávamos nós chegando ao maior parque temático da América Latina.
Chegada:
Descemos no estacionamento e seguimos em direção a entrada principal do parque.
Talvez você não saiba, mas assim que se entra no parque há a possibilidade de fazer passeios panorâmicos de helicóptero. É um pouco caro, mas essa é uma daquelas experiências que com certeza deve ser feita ao menos uma vez na vida. Como não sabíamos disso e não me preparei [financeiramente] com antecedência, preferi deixá-lo de lado dessa vez! [Tenho muita vontade de voar de helicóptero, mas não aqui, e sim em Foz do Iguaçu (PR)]
De frente esse castelo da entrada fica ainda maior:
Nesse lugar o guia e o moço da camisa laranja juntaram todo mundo e tirou uma bela foto:
Após isso entramos numa das filas e esperamos o guia comprar os ingressos, já que esse passeio também estava incluso no roteiro que fizemos com a São José.
À nossa direita estava uma lojinha e mais a frente os banheiros. Quem precisava utilizou ele e voltou para a fila.
Em pouco minutos cada um recebeu o seu respectivo ingresso.
Inaugurado em 28/12/1991 pelo artista e empresário João Batista Sérgio Murad, o Beto Carrero World é hoje o maior e mais completo mundo de diversão da América Latina. Está instalado em 14 milhões de metros quadrados em uma das mais belas regiões do litoral brasileiro, reunindo em um só lugar momentos de muita alegria e diversão para todas as idades.
Dentro do parque há uma enorme diversidade de atrações, como um zoológico completo, brinquedos radicais e para toda família, incríveis shows que ocorrem ao vivo, passeios de trem e muita natureza.
São mais de 100 incríveis atrações, além de uma completa estrutura de serviços como restaurantes, lanchonetes, sorveterias, cafeterias, banco 24h, fraldário, achados e perdidos, estacionamento, guarda-volumes, farmácia, ambulatório, revistaria, Griffe Beto Carrero e inúmeras lojas de souvenires.
O parque está localizado na Rodovia Beto Carrero, Armação - Penha/SC - Brasil, a poucos minutos das principais cidades turísticas do estado, 8 km do Aeroporto Internacional de Navegantes, 112 km de Florianópolis (capital de SC), 35 km de Balneário Camboriú, 60 km de Blumenau e 86 km de Joinville.
Mal começamos e já havíamos nos dispersado um pouco, mas como o Luís era cobra criada daqui, nos disse pra irmos até um brinquedo chamado Crazy River logo agora, já que mais tarde as filas ficariam muito longas e demoradas para se entrar nessa atração.
Não perdi tempo e ainda tirei uma foto dos horários dos shows e deixei separado no celular para consultar quando precisasse. E fomos seguindo...
Em nosso caminho encontramos o vilão do filme Megamente andando por aí de boas!
[Dica: Po, do Kung Fu Panda, e outros personagens da turma do Betinho Carrero também podem ser encontrados pelo parque. Normalmente, há informações sobre o local onde é possível vê-los, mas não sobre os horários, o que é bom porque você provavelmente poderá se surpreender ao ver algum desses personagens andando por aí!]
Em algum momento encontramos uma plaquinha e tiramos uma foto juntos, mas não ficou muito boa porque não deu pra dar um zoom dela como o modo selfie do celular.
Ao andar mais um tiquinho chegamos a área dedicada ao cenário e personagens do filme Madagascar.
Crazy River:
A decoração e o verde do ambiente estavam lindíssimos, e a Lu que é fã de carteirinha do filme Madagascar não resistiu e já de cara pediu pra tirar foto com a hipopótamo Glória e a girafa Melman.
E pouco mais a frente tiramos outra bem legal, junto ao leão Alex e a zebra Marty.
Logo ao lado estava o local onde se realiza o Madagascar Circus Show, mas passamos rápido por ali porque a gente precisava ir para o Crazy River.
No Madagascar Circus Show existe uma estrutura de teatro que lembra um verdadeiro circo, com um grande picadeiro. O show reúne espetáculo de bailarinos, bicicross e as narrativas dos personagens de Madagascar. O horário do show é informado logo na entrada do Beto Carrero ou em frente ao local em que é realizado. Esse é um espetáculo que promete encantar todas as idades.
A Lu também quis tirar uma foto em frente a esse lugar. Não ficou muito boa porque toda hora passava alguém pelo caminho:
Chegamos a atração!
Dando zoom no portal:
O pessoal que construiu o parque foi tão cuidadoso, que mesmo em áreas pouco relevantes, mais escondidas das pessoas, como os cantos desse arco, por exemplo, possuem algum tipo de arte as enfeitando:
Mesmo chegando até aqui tivemos que andar mais um bocadinho, já que a área dedicada a esse brinquedo era realmente enorme.
Dando zoom nessa última foto:
Aí estão a hipopótamo Glória e Mort, o lêmure - eles estão tomando banho numa espécie de banheira.
Como normalmente essa área demora muito, os organizadores foram espertos e já deixaram uma espécie de bomboniere para que as pessoas possam comer alguma coisa.
E pum! Bati no meio dessa cerca de proteção que separava quem estava entrando de quem saiu. Cheguei a arranhar bastante na perna, mas não chegou a causar danos na minha calça. Isso aconteceu porque eu estava super distraído tirando fotos do ambiente. Agora faltava pouco, mas encontramos uma fila e ela estava andando bem devagar.
Nesse brinquedo o participante entra num bote redondo e desce por uma corredeira ao som das músicas de Madagascar e ao longo do caminho ainda é possível ver alguns dos personagens do filme.
Nóis na fila! - Foto 01:
Nóis na fila! - Foto 02:
Primeiro vimos mais uma boia sendo lançada:
E chegou a nossa vez!
Como vi que o brinquedo era mais tranquilo resolvi pegar o celular e filmei um pequeno pedacinho do caminho.
Vídeo 25:
Mas rapidamente voltei com ele pra minha mão, já que a boia estava movimentando um pouco mais rápido e fazendo muitas curvas. Preferi não arriscar porque fiquei com medo do meu aparelho cair na água.
E o nosso bote continuou seu percurso...
Em dado momento tomamos um susto, porque algo, que acredito serem chimpanzés robóticos, tentaram jogar água na gente em seus baldes gigantes. Nem consegui vê-los direito, só tive tempo de me recolher um pouco, mas tive sorte porque a boia gira enquanto segue seu trajeto pelo rio e por isso não me molhei [muito] nessa atração.
O parque até zoa com essa situação. Vide a placa: "sobreviventes desconto x%"!
Ao ver a nova curva até comecei a ficar preocupado novamente...
... mas logo percebi que estávamos terminando de participar da atração. Pouco a frente estava uma espécie de rampa que puxava as boias e trazia elas para cima. Daqui já dava para ver a Big Tower. Ela era tão grande que mesmo tirando muitas fotos tive dificuldade de enquadrar o chão e o topo dela na mesma foto.
A Big Tower é uma das maiores torres radicais do mundo [ano de 2018], possuindo 100 metros de altura, o equivalente a um prédio de mais de 30 andares. Na queda o elevador chega a uma velocidade de 120 km/h. Claro, é somente para os corajosos que desejam sentir muita adrenalina em um desafio e tanto!
Ao engatar na esteira e começar a subir o pessoal ficou um pouco preocupado.
Mas não tinha problema nenhum, a boia seguiu seu caminho de subida devagarzinho e tranquilamente e ao voltar para a plataforma saímos dali e começamos nosso percurso de volta, agora com o objetivo de ir até o trenzinho.
Lembra-se da preocupação com os detalhes que eu havia descrito anteriormente? Olha ela aí novamente, agora localizada na parte de trás daquele mesmo portal que a gente tinha atravessado na entrada do Crazy River.
Próximo dali avistamos uma casinha bem curiosa, mas passamos direto por ela.
De acordo com o pessoal que estava com a gente dentro daí havia uma espécie de serpentário, que mostrava dezenas de cobras.
E chegamos, mas a fila estava realmente enorme.
Entretanto, acho que para as crianças isso não era problema nenhum, já que elas ficavam totalmente entretidas subindo ou brincando nos dinossauros e criaturas que estavam pelo caminho e sequer percebiam que o tempo estava passando!
Se os dinos não fossem suficientes, ainda podiam observar alguns dos animais que estavam por ali.
Esperamos, esperamos e esperamos mais, mas a fila praticamente não andava.
Como a fila estava parada aquele moço de camisa laranja nos levou até um local próximo dali e tirou uma foto bem legal para guardarmos de recordação depois. A foto ficou assim:
Assim voltamos rapidamente para onde estávamos antes.
Quando a fila andou percebemos que mesmo estando próximos a casinha ainda faltava muita gente para entrar na atração.
Só que dessa vez não demorou muito, porque o trenzinho é capaz de receber uma leva muito grande de pessoas de uma vez e rapidamente já estávamos dentro da atração.
Rapidamente conseguimos um lugar, sentamos e esperamos o trenzinho encher. Em breve nosso trem partiria e seríamos capazes de compreender um pouco mais da magia que o Beto Carrero World podia nos oferecer, mas isso ficará para o próximo post!
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